Galho de Arruda

Crônicas e poemas de Luiz Guerra.

Diário
22/06/2005 21h18
Lembrete, ainda
"02/06/2005 13h48
Lembrete
Não esquecer o poema sobre o animal que não existe, de Rainer Maria Rilke. Caprichar."


Aí está o que escrevi no dia 2 do corrente, e acabei esquecendo. É melhor, para não voltar a esquecer este segundo lembrete, escrever um poema provisório, para futuras escovadas.



cadeia de flores
rompe o destino
os simulacros de razão pura
e seus copos de leite de cabra,
o ar categórico,
quase imperativo
da fronteira entre loucura e tolice,
este, sim, grande Rilke,
é o animal que não existe
esfregando em nossa cara
sua impossível existência,
sonha com o que no sonho
é tecido e avesso,
puxando apenas fios
que só se desenham como origem
e promessa desatinada

Publicado por Luiz Guerra em 22/06/2005 às 21h18
 
02/06/2005 13h48
Lembrete
Não esquecer o poema sobre o animal que não existe, de Rainer Maria Rilke. Caprichar.

Publicado por Luiz Guerra em 02/06/2005 às 13h48
 
02/06/2005 10h00
Uma recordação de infância
Já começo mal nesta primeira entrada em meu diário de bardo. O título é surrupiado de Freud, e a recordação não é propriamente de infância, mas de puberdade ou adolescência. Ver texto em "Uma recordação de infância (diários)".

Publicado por Luiz Guerra em 02/06/2005 às 10h00

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Página atualizada em 02.12.08 10:56